Sábado, 26 de Fevereiro de 2005

Saudaditas...

alentejo.2.jpg
Desenho de Rump

Sinto falta …
do cheiro da terra…
da sombra das arvores que já protegeram os meus avós
dos verdes que enchem meus olhos
dos dourados que adoçam meu sorriso
do som de água que corre numa ribeira cheia de vida

… de acordar cedinho com as vozes de quem vai ganhar a jorna

de sentir o cheiro da caruma a queimar no forno,
prometendo uma fatia de pão fumegante com manteiga derretida…

… de ir à janela e ouvir os bons dias de quem nos conhece desde sempre.

Sinto falta da minha terra… no Alentejo

Não foi onde nasci, mas é de onde sou!

rabiscado por Lisa às 22:05

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De leitor/a a 27 de Fevereiro de 2005 às 10:47
Tocaste num ponto fulcral. Nem sempre somos de onde nascemos, somos de onde o coração nos diz. Quanto a ‘sentir o cheiro da caruma a queimar no forno, prometendo uma fatia de pão fumegante com manteiga derretida’, isto não se faz! Eu já tomei o pequeno-almoço, mas fiquei a salivar! O que eu dava por um pãozinho desses agora, hummmm! Beijo grande, emmita linda :)
Carla
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(mailto:cferreirapedro@sapo.pt)
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